* PEPSI “SILVA” * (11 de Junho de 2019)
É com a mais profunda tristeza que comunicamos a partida do nosso querido PEPSI “SILVA” para o “Céu de Cão”. A doença de que este lindíssimo residente padecia – leucemia mielóide aguda – era, de facto, muito grave, e embora lhe tenha resistido ao longo, ainda, de cerca de três meses, ontem… chegou o momento que tanto receavamos, e o nosso amiguinho sucumbiu – tendo partido em paz, sem sofrimento, e acarinhado até ao último suspiro. Tanto nós como a sua maravilhosa Cãomadrinha – de toda a vida… – estamos, como deverão imaginar, desolados, e todos com esta sensação de vazio… de que mais um pedaço de nós nos deixou, e de uma dor que, mais uma vez, também, nos recorda que nunca nos habituaremos a ela e que não há perda que seja menos difícil, por muitas que vamos sofrendo ao longo dos anos. O PEPSI “SILVA” foi atirado por cima de um dos muros do Parque da Terra Nova, junto com mais cinco irmãos, ainda bebés, em 2011. Uma das cadelinhas, infelizmente, não sobreviveu à queda, e o único outro macho, que recebeu o nome de MAX, foi adoptado pouco tempo depois, por uma excelente família. O PEPSI e as restantes três irmãs, que viriam a receber os nomes de FUSCA, PIPA, e PIPOCA – tendo todos mantido o “sobrenome” de “SILVAS” (visto que caíram num silvado…) esses, embora nunca tenham tido quaisquer interessados na sua adopção, tiveram a sorte de ser apadrinhados logo no mesmo ano – mantendo o PEPSI e a FUSCA, desde então, as mesmas Cãomadrinhas. A estas, e neste caso, em especial, à dedicadíssima Cãomadrinha do PEPSI, que, durante estes 8 anos, sempre o acompanhou e apoiou, com o maior carinho, queremos agradecer, muito comovidos, a certeza de o ter amado tanto como nós. O nosso rapaz foi sempre tímido – aliás como as irmãs – e pouco receptivo a carícias e proximidades, mas, à sua maneira, mostrava-nos que gostava de nós, e que vivia feliz, com os seus “cãopanheiros”, especialmente a ÍRIS, com quem gostava muito de brincar e correr. O PEPSI “SILVA” ficará, para sempre, nos nossos corações, e na “Alma de Cão” deste lugar que foi o seu único lar… e continuará a ser, também para sempre.