* BILL * (“LARANJEIRA”) – 20 de Maio de 2020
Sim, já faz mais de uma semana que o nosso querido BILL (que todos afectuosamente aqui tratavam por “LARANJEIRA”) partiu, de forma totalmente inesperada, da nossa companhia. No entanto, queríamos prestar-lhe esta homenagem com uma fotografia que ilustrasse bem a sua beleza, a sua simpatia, e a sua boa disposição, e só hoje nos foi possível aceder ao arquivo onde se encontrava. O BILL já estava connosco há muitos anos, e era, actualmente, um sénior, já, que, no entanto, nunca tinha tido problemas graves, e ainda em Fevereiro, ao ser-lhe feito o exame pré-vacinal, o seu estado de saúde foi declarado como bom… tendo sido dito, no entanto, que o nosso amigão estava com algum excesso de peso… pois era um grande comilão. Contudo, e não se descarta a possibilidade de o tempo excessivamente quente que se fez sentir de repente, alternado com chuvas fortes e descidas da temperatura, tenha tido nisto alguma influência – apesar de os alojamentos terem isolamento térmico e os parques terem zonas cobertas para os cães se abrigarem – o BILL sofreu um enfarte fulminante, que, infelizmente, nem as tentativas de reanimação realizadas conseguiram reverter. Esta perda, ainda por cima tão súbita – embora saibamos que, num local onde a maioria dos cães residentes, sendo séniores, podemos ter surpresas indesejáveis como esta a qualquer momento, mesmo com toda a vigilância e cuidados… – entristeceu-nos muitíssimo, porque, ao longo dos anos que o tivemos connosco, desenvolvemos um profundo afecto por este cão simpático, com uma forte personalidade, mas muito meigo, e que adorava mimos e guloseimas!… O BILL veio para cá ainda novo, para aguardar, por algum tempo, uma adopção que, depois, nunca chegou a concretizar-se. Foi, assim, mais uma daqueles (muitos) casos em que a estadia no Parque da Terra Nova deveria ser apenas temporária… mas se tornou definitiva – e o nosso querido BILL aqui ficou, aqui envelheceu, e daqui, desta que se tornou na sua casa, onde viveu rodeado de todos os cuidados e todo o carinho, partiu para o “Céu de Cão”. Até sempre, Amigão… vamos sentir a falta dos teus “empurrões”, a pedir miminhos, e dos teus refilanços com os teus cãopanheiros, quando havia distribuição de biscoitinhos. Mas, por estas e por outras, e também porque te amamos muito, nunca, nunca te esqueceremos!